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Eu quero órgão Hammond!

Além de curtir as bandas e organistas,  é importante começar a entender um pouco mais da historia do órgão Hammond como neste vídeo aqui: Agora que você conhece um pouco mais, o Hammond tonewheel existe em vários modelos ao longo de 5 décadas, mas são poucos os modelos que deixaram o timbre e sonoridade impressos na história.  Um Hammond de verdade é um instrumento com uma tecnologia antiga que não existe mais e com o passar dos anos peças e reposições são cada vez mais escassas. Por isso é importante ter em mente que só vale a pena investir em um Hammond se este estiver devidamente restaurado, profissionalmente,  por quem entende do assunto. Uma vez restaurado com excelência ele poderá durar mais 3 a 4 décadas sem problemas! Se procura um Hammond assim pode entrar em contato agora aqui: d.l.organ@gmail.com ;-) A restauração do Hammond é algo que requer um conhecimento profundo de seu funcionamento e de como é possivel devolver sua sonoridade com originalidade e dutabilidade Um estudo
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Soul-Jazz Tenor Sax Master - Mr. 'T'

Stanley Turrentine was born in Pittsburgh in 1934 and grew up in the Hill district in a musical family. His father played tenor sax with Al Cooper’s Savoy Sultans. His mother played stride piano and his brother Tommy was a trumpeter. Ahmad Jamal, a neighbor, practiced on the Turrentine’s family upright piano. Encourage by his family Stanley took up the saxophone at the age of eleven. While in high school Stanley got his first gig playing with his brother Tommy at the Perry Bar. In 1950 he went of the road for two years with the Lowell Fulson’s blues band which included pianist Ray Charles. After leaving Fulson’s band, he gigged with Tadd Dameron in Cleveland. He then replaced John Coltrane in Earl Bostic's early R&B/jazz band in 1953. After serving the in military from 1956 to 1959 Stanley returned to Pittsburgh. Max Roach hired Stanley and Tommy for his band, when his band quit during an engagement in Pittsburgh in 1959.  Playing with Max Roach, Stanley quickly came to the att

Funk in F - new single by Hammond Grooves

Funk-in-F é o resultado da criação da primeira colaboração com o Maestro Oswaldo Sperandio da WeJam Audio.  Sem precedententes, a proposta e também um desafio, foi produzir uma música ao vivo composta em grupo, passando por todos os processos de criação coletiva até a mais elaborada pós produção que incluíram participações mais que especiais. “Mais do que máquinas, precisamos de humanidade... Mais do que inteligência, precisamos de afeto e ternura.” — Charles Chaplin Daniel Latorre: Hammond Organ Wagner Vasconcelos: bateria Filipe Galadri: Guitarra Oswaldo Esperandio: Pianos François de Lima: Trombone Seneca Black: Trompete Arranjo: Oswaldo Sperandio Audio: Plínio Hessel Produção Executiva: Rodrigo Prado Gravado nos estúdios da WeJam Audio/SP e NY. WeJam audio www.wejamaudio.com.br Hammond Grooves www.hammondgrooves.com.br

Live Session | Gardênia

Live Session @ Playco Studio | Hammond Grooves GARDÊNIA. Lançamento do primeiro dos 5 vídeos do Hammond Grooves. Assista no youtube e se inscreva no canal! Assista ao video completo

O GÊNIO ESQUECIDO

LAURENS HAMMOND Girando as engrenagens do tempo Chamar Laurens Hammond  de uma criança prodígio é pouco. Aos 14 anos de idade ele já havia projetado um sistema de transmissão automática de carros. Com apenas 17 anos ele obteve com sucesso sua primeira patente de um barômetro que podia ser vendido por só um dólar. Com o passar dos anos Hammond criara uma nova linha de outros inventos, de relógios elétricos a equipamentos militares, os primeiros óculos 3D para o cinema – e, é claro, o Órgão Hammond. Laurens começou sua carreira de inventor na adolescência, e suas habilidades foram logo aprimorando com os estudos em engenharia mecânica na Universidade de Cornell, graduado com honras em 1916. Então veio a Primeira Guerra Mundial, Hammond serviu no 16o. regimento e chegou ao posto de Capitão. Após a Guerra, trabalhou como engenheiro chefe na Empresa Gray Motor Company construindo motores náuticos – sempre pensando paralelamente. Seus projetos pessoais tinham mais frutos como

Gravando o álbum Funktastic Hammond Grooves

Gravado em 2016 durante o feriado do aniversário de São Paulo, cidade natal do Hammond Grooves, o álbum Funktastic mistura o clima ao vivo dos shows com o formato de captação de áudio "old school" para seu primeiro trabalho autoral. Hammond Grooves organ trio - foto: Fábio Stamato  Todas as faixas foram gravadas ao vivo, como se fazia antigamente e em poucos "takes". Foram usados poucos microfones posicionados estrategicamente. Todos instrumentos captados na mesma sala, os músicos tocando de perto e se ouvindo naturalmente sem o uso de fones de ouvido. O técnico de som Hugo Silva, que já trabalhou com Chico Pinheiro, Anthony Wilson, Zimbo Trio, Cesar Camargo Mariano, etc, realizou a gravação e mixagem do disco. A masterização foi feita pelo renomado André Kbelo. Hammond Grooves organ trio - foto: Fábio Stamato    Esse conceito "old‐school" foi uma escolha inspirada nos álbuns da Blue Note e Verve Records. O método de gravação te

Roy Haynes: Mandando ver!

Roy Haynes ficou um pouco surpreso com o comentário. Claro que tem uma carga erótica na maneira dele toca bateria. “Notei que nos últimos 10 ou 15 anos, muitas mulheres apareciam depois de meus shows,” ele diz. “Algumas diziam que nunca haviam visto um baterista tocar assim.” Uma instantânea confiança jovial vinda de um homem que já passou dos 80. Haynes fala, anda e age assim. Seu estilo de moda, assim como seu jeito empolgante de tocar, tem sido sua assinatura por décadas - o baixista Al McKibbon não nega o termo “Mandando ver até quebrar” (Snap, Pop and Crack, em inglês) . “Ele é a pessoa mais estilosa, sempre,” diz Jeff “Tain” Watts. “Ele é assim faz muito tempo. Eu li esse termo sobre ele na revista Esquire nos anos 60. Sim-‘Mandando ver’ já diz tudo.” Como um terno sob medida, o apelido que Haynes tinha nos anos 50 ainda lhe cabe perfeitamente. Com um ataque de caixa usando as duas baquetas Haynes consegue chamar a atenção mesmo em um bar cheio e barulhento. É u